Águas de Março by Assunta Viola

Ou diário de uma construção

14

de
dezembro

2011 - Assunta Viola

Ano bonito, muito bonito. Agradeço aos amigos novos, aos amigos antigos, a todos com quem convivi este ano e os anteriores.

11

de
outubro

O pior é bullyng entre mulheres de 50 anos contra mulher de 37… ai é demência!


11

de
outubro

VISITA A CURITIBA - OUT2011 - TURMA FIAMFAMM

Essa viagem foi idealizada pela prof. arq. Cecília Tavares e Amanda Franco. O arq. prof. Peter Monteiro e eu colaboramos com os pontos de arquitetura na cidade.

O que seria mais importante de destacar na urbanização de Curitiba é que o planejamento se atencipou ao crescimento. O entedimento do território físico para o crescimento da cidade, contando com as questões de saneamento e drenagem é um dos elementos de destaque. As áreas livres e públicas constituem-se em elementos essenciais ligados a implantação dos grandes equipamentos de infraestrutura urbana: mobilidade urbana, através do sistema público de transporte e do sistema viário exclusivo, as questões de drenagem, através dos parques que funcionam como verdadeiras bacias de retenção ao longo dos cursos d´água, a verticalização alta em eixo servidos pelos transportes publicos …. o espaço urbano é formado por esse planejamento infraestrutural ….

No que tange a arquitetura propriamente dita, aí verificamos uma certa fragilidade …… a arquitetura não tem grande força na composicao da paisagem urbana ….. o desenho urbano desenha a cidade.

Do ponto de vista didático, essa compreensão é absolutamente fundamental. Haverá uma exposição dos relatorios de visitas dos alunos a partir do dia 24 de outubro, na FMU da Vila Mariana (rua Lins de Vasconcelos, em frente ao metrô Vila Mariana).

Vale a pena ver!

22

de
setembro

… estive pensando …

Ninguém fala em arquitetura italiana quando fala de Renzo Piano … nem de arquitetura inglesa quando fala de Richard Rogers … nem de arquitetura japonesa quando fala de Tadao Ando ….. nem de arquitetura americana quando fala de Wright, Gehry, ou Eisenman …. ou arquitetura Francesa quando fala em Le Corbusier!

 

… por que se fala tanto em arquitetura brasileira, como se o Brasil fosse uma ilha a parte (para o bem e para o mal)? Gostaria de entender!

19

de
setembro

O Quiroga falou e eu concordo, em tormos … tá sempre na cara!

O que deveria ser apenas natural é o que, hoje em dia, custa mais esforço. Veja o caso da confiança, seria natural confiar nos semelhantes, mas na prática isso é algo que requer atrevimento e presença de espírito.

16

de
setembro

Relatorio de viagem a Chicago com a Turma da FMU em outubro 2010

Chicago impressiona. Em 1871, parte da cidade foi destruída por um incêndio e reconstruída nas décadas seguintes. Cidade que surgiu como entreposto comercial e mais tarde se industrializou a semelhança com São Paulo, teve, no evento do incêndio, a possibilidade de se reconstruir por completo – ao menos uma boa parte dela. E nasce aí – da necessidade de reconstrução e de crescimento, aliado a acumulação de capital que a indústria possibilitou – o fértil campo onde uma nova arquitetura começava a se desenvolver. A Escola de Chicago, que nasceu para a reconstrução e continua a se desenvolver com uma linguagem muito própria.

Mas o que mais chamou minha atenção foi a inteligência da cidade. A Arquitetura não se encontra nunca isolada de seu contexto urbano, ou seja, o projeto do edifício não se desevolve isolado da cidade. Talvez pela forte corrente migratória de origem européia, que foi atraída pela industrialização, destaca-se na cidade, apesar da grande quantidade de arranha-céus, uma coerência

Vista do rio Chicago a partir da Willis Tower

 

 

Espaço público e sistema viário nas margens do rio Chicago

 

 

dos espaços livres e no nível do pedestre, públicos e privados, que emociona, e que me remete às grandes cidades européias, onde a presença do urbanismo enquanto projeto organiza de forma fluida a dinâmica urbana .

É uma cidade, que de longe, parece plana, vista do Willis Tower, por exemplo. avenidas com suas largas calçadas lotadas de carros, pontes que se abrem para a passagem de barcos, as largas calçada que abrigam milhares de tanseutes.

Millenium Park – espaços públicos

Calçadão às margens do rio Chicago

A partir do lago Michigan em direção ao rio Mississipi. Não se vêem os desníveis, ladeiras, morros … tudo parece

Marina Tower, IBM  e Trump Hotels

 

JAY Pritzer Pavillion – Frank O´Gery

 

 

 

plano: os rios navegáveis, as incontáveis linhas de trem, o metrô, o metrô de superfície, as ciclovias, eclusas que controlam o nível da água onde o rio Chicago desagua no lago Michigan, barcos parados em marinas  …..

A complexidade espacial é tanta que foi difícil fotografar. Há situações que uma única imagem foi incapaz de registrar a riqueza das intervenções e a coerência dos resultados.

Ainda com atividade industrial, acrescida de comércio intenso, educação universitária, serviços, turismo e residência, Chicago parece não entrar em colapso.

Os edifícios que hoje são ícones na cidade se relacionam com ela seja por terra, através de seus acessos no nível do pedestre, seja por ar, como referências verticais na cidade ‘plana’. Ainda que com vários edifícios altos, é possível um distanciamento suficiente para que os edifícios possam ser observados.

Chicago Federal Center  – arq. Mies Van der Rohe

Flamingo – escultura de Alexander Calder

 

Lake Shore Drive Apartments -  arq. Mies Van der Rohe

 

 

 

 

Pontes e espaços públicos - rio Chicago

O arquiteto de Chicago. Paul Alt conta que a cidade tem cerca de 10% de suas residências (com 300 mil moradores) construídas pelo Estado, localizadas em conjuntos habitacionais, onde blocos de apartamentos são implantados em grandes jardins, sem a mínima. definição de uso, afastados da downtown, afastados dos subúrbios da classe média. Não foi possível visitar nenhum desses conjuntos, e segundo o arquiteto, em meados do séc. XX, Frank Lloyd Wright alertou que esse modelo não funcionaria. Concentram-se as populações negras e pobres, onde aparecem os maiores índices de pobreza e violência, que atinge principalmente crianças e adolescentes.

Solucionar o déficit habitacional não reduziu nem a violência nem a criminalidade, segundo Alt, como mostra em dois artigos, um publicado na Architectural Reserch

Art Institute – Renzo Piano

 

 

Cloud Gate – Anish Kapoor

 

 

 

 

 

 

 

Quarterly (vol 3, num 4, 1999) e outro publicado no New York Times, em abril de 1996.

E concluindo, mesmo que não tenha sido foco da visita, a presença das contradições sociais deixa claro que essas contradições não são exclusividade brasileira, e essa é uma das razões pelas quais devemos nos debruçar com inteligência na solução dos nossos problemas urbanos. Nem Chicago, com todos os recursos financeiros e equipes de projetos que historicamente vem intervindo no espaço urbano, influenciado arquitetos de todo o mundo nas últimas décadas,  resolveu seus problemas como um todo. A responsabilidade da Arquitura e do Urbanismo continua sendo grande – e urgente!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Artigo de Paul Alt – New Uork Times - 1996

 

Texto e fotos: Assunta Viola

 

 

 

 

 

 

 

 

16

de
setembro

Projeto de Casa

 

Assunta Viola

16

de
setembro

Eduardo Castello fotografou a Casa Marcondes & Giggo, Guarujá, em 2005

Fotografias feitas por Eduardo Castello para a Revista Construir em 2005.

Construir Ed. 86

http://loja.casadois.com.br/c2/vitrines/detalhes/Detalhe1545.asp

 

http://www.educastello.com.br/site.swf

15

de
setembro

Outros Projetos

Assunta Viola

15

de
setembro

Cansaço!

Sabe, vc ser diferente de um grupo é normal, ser ET. Claro que teria problemas em se adaptar, se acosturmar … mas de alguma forma, tendo  que conviver com as diferenças, você faz o que é possível. ok!

Agora, o que é um saco é você ser agredida porque não é o que todos são … quando você é humilhada o tempo todo … quando querem te convenser que você não sabe nada, que você tem que provar o tempo todo que sabe fazer as coisas, quando é óbvio que sabe e só querem que você faça o que ninguém consegiu fazer nos últimos 20 anos, embora sua vida anterior diga exatamente o contrário …. e quando você só quer ficar o tempo necessário trabalhando nesse lugar, e ir tomar conta da sua vida sem atrapalhar ninguém!!!!!

Isso cansa, cansa, cansa e lamento que seres humanos com idade que varia de 40 a 70 anos, pessoas adultas e que deveriam ser no mínimo seguras dos cargos que ocupam, tenham que se comportar assim …. realmente cansa, e me entristece o tamanho da pequinez …

… e eu só continuo querendo resolver a minha vida pessoal, que é a única coisa que realmente me interessa, sem que eu nunca tivesse prejudicado absolutamente ninguém!

Poxa, que canseira!!!!!

Assunta Viola

Posts mais antigos »

Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://joanadebarro.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o servio e siga participando do Terra Blog.